Wednesday, January 09, 2008

O inevitável balanço.

Se já repararam, começou um ano novo, é verdade, se jesus cristo nao tivesse tido uma tarde de azar em jerusalem há uns tempos atrás, estaria agora com uns rejubiladores 2008 anos, mas pronto, ás vezes o azar bate-nos á porta, a jesus bateu-lhe nas duas mãos e também nós pés.
Passou um ano, e é sempre inevitável fazer o balanço. Num computo geral , passaram 365 dias, 51 semanas, e 12 meses, não há nada como variar de vez em quando. E como neste aspecto infelizmente, é sempre a mesma pasmaceira, decidi eu, animar o ano, pra no final do mesmo, poder fazer um balanço todo catita. Depois de um ano cheio de emoções, por exemplo, o presidente do Irão, aquele do nome equesito, revelou que no seu país não há homossexuais, o Simão Sabrosa assinou pelo Atletico Madrid, deixando meia nação portuguesa a chorar,porque agora os titulos vão-se acabar, (ai já não eram muitos?nenhuns??!!), e curiosamente, o Cláudio Ramos cancelou as férias que tinha planeadas em teerão. Agora chega a parte interessante do balanço, ou seja, eu. Mas antes de mais, queria só fazer uma referencia ao natal, que caso não se lembrem, tambem foi há pouco tempo, sim senhora, vendeu-se muita coca-cola, e a chinesada vendeu muitas luzinhas e pinheiros naturais importados do Sudão, tudo muito bonito e não sei quê, mas continuo a achar o pai natal uma fraude, mais um ano, e mais um ano que fiquei a olhar para o naval na vespera de natal, e Scarlet Joahssen nem vê-la. Das duas uma, ou as Scarlet Johanssen esgotaram, ou o Pai Natal se enganou na morada, e enfiou-a na chaminé do vizinho, o que pode ter sido chato, porque o senhor Alfredo, é Judeu, e quer-me parecer, homossexual também, mas pronto, já estamos a enverdar pelo caminho da javardice, e eu não vim aqui escrever só do natal.
Foi um ano atipico para mim, por incrivel que possa parecer, eu trabalhei, mais precisamente, 3 horas e 25 minutos, tudo o resto, foi tempo usado ou a meditar, ou de repouso, devido a um acidente que dizem ter sido grave, eu não acho, 6 dias de hospital nem de homem é. Uns ossos partidos depois, lá estava eu de novo, pronto pa outra. Neste ano tive também uma desilusão amorosa, é sempre dificil, e a primeira vez dói ainda mais, mas com essas coisas aprende-se sempre muito, eu por exemplo aprendi, que o amor, aquela coisa que nos cega, é apenas uma ilusão. O que os homens precisam não se pode dar atraves de um computador, é obvio que estou a falar de carinho, afecto, e ternura. E para acabar o ano em grande, fui eu o organizador da grande manifestação contra o Bill , aquele que se casou ca Gates, porque é um gajo que, ai e tal, e eu é que sou filantropo, e gosto muito de dar dinheiro para o pobrezinhos que passam fome no zimbabwe, e aos deficientes que precisam de cadeiras de rodas, porque é chato ir de cama com rodinhas ao supermercado ou ao cinema, mas inventar monitores com buracos e tal, umas tecnologias mais avançadas, está quieto que dá trabalho.
Basicamente foi isto o meu ano, que pode ter parecido interessante para alguns, e estupido como o raio para quase todos, mas foi meu. E apesar de tudo, e foi um ano com bastante sofrimento, em todos os sentidos, acho que podia sempre ter sido pior, e apesar de tudo, apenas tenho de agradecer ao divino, por ainda cá estar, e por o meu irmão me ter trazido chocolate lindt da Suiça. E agora brincadeiras aparte, que o 2008 seja bem melhor que o 2007, porque senão tou bem fodi**.
Nada de mais por agora.
Auf Wiedersehen.

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